Com o objetivo de resgatar uma das funções esquecidas do jornalismo: o contato direto com a fonte. Foram descartadas possibilidades tecnológicas como telefone, internet e fax, além de qualquer meio de transporte. A pé, as autoras, seguiram em busca da reportagem.

É importante dizer que o livro foi editado em 2004, 2 anos somente após o caminho ter sido inaugurado. Já se passaram 10 anos e o Caminho do Sol completou 12 anos recentemente. Antes de iniciar a leitura é preciso entender este contexto em que ele foi escrito. Também leve em consideração que foi escrito por duas jornalistas e fica claro o objeto no próprio título do livro:  “a vivência da reportagem”.

Um ponto que me chamou a atenção é o capítulo 1 que em determinado ponto fala sobre a idealização do Caminho do Sol. Este trecho tem mais informações sobre o Caminho do Sol do que no próprio site.

capa livro onzedias, onzenoites

Sinopse: Este livro foi desenvolvido com o propósito de resgatar umas das funções esquecidas do jornalismo: o contato direto com a fonte. Foram descartadas possibilidades tecnológicas como telefone, internet e fax, além de qualquer meio de transporte. A pé, as autoras foram em busca da reportagem. Peregrinaram durante onze dias no Caminho do Sol e, por meio de conversa olho no olho, as sensações e emoções foram compartilhadas pelo diálogo, o que possibilitou transportar para o papel os pequenos detalhes da experiência de cada fato. Assim, pelo uso do “novo jornalismo”, o que valoriza este livro é o respeito pelas diferentes crenças, comportamentos e objetivos e, acima de tudo, o respeito pelo o que foi dito.