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O que motiva

A 192 dias do primeiro passo, assisti a palestra “eliminatória” sobre o Caminho do Sol. É assim classificada em razão das desistências que ocorrem após o bate papo franco sobre os desafios do Caminho. Eu já estava ciente da maioria das informações, embora minha curiosidade tenha permanecido em razão da ausência de fotos recentes das pousadas e das acomodações.

Mas foi uma novidade saber que, na inscrição para o Caminho, é possível dizer se o peregrino é vegetariano e/ou se tem alguma condição especial de saúde para que os organizadores possam adaptar o cardápio e garantir o atendimento em emergências médicas.

Soube também que a caminhada diária consome entre 4 e 6 horas, em média, sempre durante o dia. Outra novidade para mim: o que provoca bolha nos pés é a combinação de atrito com umidade, então, a regra é manter os pés secos e conferir muito bem se o tênis ou bota está roçando na pele.

Outra informação: não carregar livros na mochila, pois cada pousada tem uma minibiblioteca com livros sobre peregrinações. Que, quando se pega um atalho errado, há uma placa com duas letras X. Que protetor auricular é fundamental para se conseguir dormir na eventualidade dos companheiros roncarem muito à noite. E, por último, que o cajado de bambu pode ser melhor e mais confortável que o de metal.

Simples assim. Informação e coragem me motivam. E é exatamente isso que vou carregar até o final da caminhada.

Carol Silveira
Carol Silveira
Ana Carolina Silveira, sagitariana, jornalista, empresária, acredita que sonhos podem ser realizados, desde que os pés estejam no chão e em movimento. Descobriu, com o Caminho do Sol, que desprendimento, solidariedade, fraternidade, esforço, perseverança e humildade são fundamentais para atingir metas. E que a mente é capaz de encontrar forças que os pés desconhecem.

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